16.3.10

Pouso de UFO na base da FAB

Avistamento e Pouso de disco voador ao lado das instalações da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá (SP)


Na madrugada do dia 02 de dezembro de 1996, um Objeto luminoso é avistado por vários pessoas que moram nas proximidades da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR) em Guaratinguetá (SP). No dia seguinte, um ufólogo da cidade de Lorena (SP), Walter de Oliveira, esteve no local e descobriu uma marca circular em um charco a 100 metros da EEAR. Ela tinha aproximadamente 8 metros de diâmetro e tinha formato circular. Dentro da marca havia um tipo de capim (Taboa) que apresentava-se amassado em sentido horário, seco (sem clorofila) e com indícios de exposição ao calor pois apresentava-se chamuscado. Em quatro pontos nas bordas do circulo, bem como no seu interior, haviam pontos queimados. Na parte de fora da marca a vegetação estava intacta.


Militar aponta o local onde o OVNI aterrissou, ao lado da Escola de Especialistas da Aeronáutica, em Guaratinguetá (SP).


Durante a pesquisa os ufólogos filmaram e fotografaram a estranha marca. Foram colhidas algumas amostras de vegetação que foram enviadas para análises na UNITAU, em Taubaté (SP).

Posteriormente, com a divulgação do caso, o local foi aterrado sob a alegação de construir uma divisa entre o aeroclube local e a Escola de Especialistas. 

Fonte: Fenomenum

15.3.10

Na Iglaterra, acapamento e despertado por luzes de UFO's


Campistas foram testemunhas de fenômeno luminoso

Um grupo que acampava no Park Foot, em Ullswater, Lake District (Inglaterra), pode observar no sábado de madrugada um estranho fenômeno que se produziu no céu, considerado como um dos mais recentes avistamentos ufológicos no país britânico. Ao perceberem o estranho acontecimento as pessoas saíram rapidamente de suas barracas para presenciar o fenômeno no céu. Segundo testemunhas do fato, nunca tinham visto esse tipo de luzes.

UFOs na Inglaterra, assim como em outros países e continentes

“As luzes eram incríveis e pareciam voar em formação, se desvaneciam e voltavam a se iluminar constantemente, foi um espetáculo totalmente estranho”, assinalou Paul Haigh. Lucy Gray, de 26 anos, confessou que é a coisa mais estranha que já viu em sua vida, e que não pode explicar. “Não acho que tenham sido aviões que estavam a fazer algum tipo de exercício, a luz era muito potente”, afirmou a jovem de Leeds. Neste mês, na Inglaterra, o mesmo fenômeno já se repetiu em Lincolnshire, Merseysied e Cambridgeshire.

Fonte: Revista UFO

14.3.10

Pela primeira vez luz de um planeta distante e captada.

Os pesquisadores encontraram o espectro de um planeta gigante que orbita a estrela HR 8799




Divulgação/ESO - A estrela HR 8799, com a posição do planeta analisado demarcada pelo círculo branco




Astrônomos anunciam ter obtido, pela primeira vez, o espectro direto - a "impressão digital química" - de um planeta em órbita de uma estrela distante, anuncia o website do Observatório Europeu Meridional (ESO). Esse feito que poderá ajudar a compreender a formação e a composição desse mundo.

"O espectro de um planeta é como uma impressão digital. Oferece informações essenciais sobre os elementos químicos na atmosfera", explica, em nota, Markus Janson, principal autor do artigo de descreve a descoberta. Segundo ele, o processo usado poderá, no futuro, ajudar a encontrar marcadores químicos da presença de vida em outros planetas.

Os pesquisadores encontraram o espectro de um planeta gigante que orbita a estrela HR 8799, um sistema localizado a 130 anos-luz do Sol. A estrela tem 50% mais massa que a Terra, e abriga um sistema que parece uma versão em escala maior do nosso Sistema Solar, com três planetas gigantes.

"Nosso alvo era o planeta do meio, com cerca de dez vezes a massa de Júpiter e uma temperatura de cerca de 800 ºC", diz, também em nota, Carolina Bergfors, membro da equipe de cientistas. "Depois de mais de cinco horas, conseguimos destrinchar o espectro do planeta da luz muito mais brilhante da estrela".

Esta é a primeira vez que o espectro de um planeta em órbita de uma estrela semelhante ao Sol é obtido diretamente. Anteriormente, os únicos espectros obtidos dependiam de aguardar o planeta passar na frente e atrás da estrela, e comparar os espectros estelares das duas situações. No entanto, esse método só pode ser aplicado se estrela e planeta estiverem num alinhamento preciso, o que só ocorre numa pequena fração dos sistemas conhecidos.

Janson compara o feito atual, obtido com um telescópio do ESO no Chile, a "ver do que uma vela é feita, observando-a a uma distância de 2 km, ao lado de uma lâmpada de 300 W". O espectro foi obtido principalmente graças a um instrumento que detecta radiação infravermelha.

A observação da luz emitida pelo planeta permite determinar sua composição química porque diferentes substâncias absorvem e emitem radiação em diferentes frequências. A análise dessas frequências possibilita determinar a composição do corpo.

3.1.10

TV do Centro de Ufologia


O Centro de Ufologia agora tem uma TV onde você pode assistir vários documentários e vídeos sobre á ufologia direto do youtube, e você pode acompanhar nossa TV pelo nosso blog, veja abaixo:





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1.1.10

Descobertos mais 32 novos planetas extrassolares

Multiplicam-se a cada dia as possibilidades de vida extraterrestre na matemática terrestre



Planeta com 6 massas terrestres, orbitando ao redor de uma estrela que tem duas companheiras



Cientistas, utilizando os telescópios do Observatório Europeu Meridional (ESO), baseado no Chile, não encontraram nenhum planeta do tamanho da Terra, que parecesse habitável, ou mesmo, incomum. Mas o anúncio eleva o número de planetas já descobertos fora do Sistema Solar a mais de 400. Astrônomos descobriram 32 novos planetas fora do Sistema Solar, o que vem se somar à evidência em favor da idéia de que o universo está repleto de possíveis palcos para vida. Seis dos recém-descobertos são algumas vezes maiores que a Terra, elevando o total das chamadas "Superterras" em mais de 30%. A maioria dos planetas descobertos até agora é muito maior, do tamanho de Júpiter ou mais. Dois dos recém-descobertos são pequenos, com até cinco vezes o tamanho da Terra, e um deles tem cinco vezes o tamanho de Júpiter. 


O astrônomo Stephane Udry, da Universidade de Genebra, disse que os resultados dão apoio à teoria de que a formação de planetas é um fenômeno comum, especialmente ao redor de um certo tipo de estrela."Estou bem confiante de que há planetas semelhantes à Terra em toda parte", disse Udry, em uma entrevista coletiva conduzida via internet, a partir de Portugal. "A natureza não gosta do vácuo. Se há espaço para pôr um planeta lá, haverá um planeta lá". O que os astrônomos dizem que é especialmente interessante é a alta proporção - cerca de metade - de um tipo de sistema estelar com estrelas relativamente leves que contam com planetas ao redor. 


Isso é mais do que a teoria atual sobre a formação de planetas esperaria. Dois dos planetas encontrados junto a essas estrelas têm tamanhos próximos ao da Terra, disse o astrônomo Xavier Bonfils, do Observatório Grenoble, na França. As descobertas foram feitas pelo Buscador de Planetas de Velocidade Radial de Alta Precisão, que procura por instabilidades sutis no movimento de uma estrela, que podem ser causadas pela atração gravitacional de um planeta próximo. Nenhum dos novos planetas foi fotografado.


Fonte: Revista UFO

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